Category: inovação

Estamos vivendo um momento onde estamos rodeados por aparelhos eletrônicos inteligentes: Smartphones, Smart TVs e até Smartwatches. E agora vamos falar mais um pouco sobre uma dessas tecnologias Smart que está mudando a forma que nos relacionamos com as coisas: os Smart Speakers, o assistente pessoal controlado por voz. 

 

Os Smart Speakers são pequenas caixas de som que operam sob comando de voz, que executam pedidos como tocar música, adicionar algo ao seu carrinho de compras ou buscar alguma informação na internet. Isso tudo é possível graças à integração com assistentes artificiais pessoais como a Siri, para produtos da Apple, e Google Assistant nos dispositivos que operam com Android.

Alexa: o Smart Speaker da Amazon.

Já existe uma grande variedade de produtos nessa área, a primeira grande marca que apostou nessa nova tecnologia foi a Amazon, que lançou a Amazon Echo em 2014 para otimizar a vida dos seus usuários na hora de executar uma compra no site. Hoje em dia, essa tecnologia evoluiu tanto que agora os Smart Speakers conseguem realizar diversas tarefas na sua casa, desde te lembrar que você tem uma reunião hoje até apagar as luzes da sua sala.

Os Smart Speakers reforçam ainda mais o conceito da Internet das Coisas, que é uma rede de objetos que possuem tecnologia embarcada, sensores e conexão com rede capaz de coletar e transmitir dados. Isso traz uma mais automação para o usuário, interligando ainda mais as tecnologias presentes na sua casa ou trabalho.

Internet das Coisas

Essa integração entre aparelhos pode funcionar com ou sem o comando humano, poupando as pessoas de realizar certas ações, por exemplo: você pode conectar seu smart speaker com um forno smart dentro de sua casa através do Wi-Fi, pedir para ele cozinhar um prato por alguns minutos e o speaker pode te avisar quando o prato estiver pronto mandando uma mensagem de texto para o seu celular.

Os principais players desta área atualmente são a Amazon, com a Alexa, a Apple, com a HomePod, e o Google, com o Google Home.

Essa nova tecnologia vem ganhando espaço no mercado, ocupando cada vez mais casas no mundo. Uma prova disso é o número expressivo de vendas dos smart speakers no terceiro semestre de 2017, que totalizou aproximadamente 7,5 milhões de unidades vendidas no planeta.

Fonte: Statista

Esses números demonstram a importância desse novo meio interativo na nossa sociedade, que pode trazer novas oportunidades de negócios para diversas marcas.

De acordo com uma matéria feita direto da Futurecom 2017, IoT (Internet das Coisas) é visto como um investimento importante por 71% dos gestores nacionais, um número superior aos 62% registrados ano passado na pesquisa Logicalis. A análise também mostra que 35% dos empresários estão em fase inicial de implementação de IoT, 33% irão investir mais, 20% terão o mesmo investimento é 12% irão diminuir.

ok.. tudo mundo faz Internet das Coisas

ok.. tudo mundo faz Internet das Coisas

Ok. Essa é a informação da matéria e da pesquisa. Portanto, estamos falando que 100% investem. O.o Um cenário que está distante de qualquer realidade brasileira ou internacional. A pesquisa teve como amostragem 172 executivos de divisões operacionais, logo dificilmente estamos falando de uma realidade representativa, mas a questão que precisa ser conversada não é se representa o Brasil todo ou não.

Precisamos falar sobre o que é, ou pode ser, a Internet das Coisas. Primeiro, pela estatística acima, pode ainda existir algum conflito entre as diferenças básicas de  IoT e automação, pois uma máquina pode ser inteligente, otimizando processo com um software robusto e está um pouco distante de IoT. Evoluindo com o questionamento, vamos colocar uma placa e conectá-la.

Mesmo que as máquinas estejam conectadas, que indica o princípio do conceito de Internet da Coisas, mas a troca de dados serve apenas para atualizações automáticas (reduzindo o custo operacional de manutenção) ou para enviar um porrada de informações para um painel bonito em uma url externa, daquelas que você nunca lembra qual era a senha.

Internet das Coisas, automação em casa

Internet das Coisas, automação em casa

Apesar de ser IoT, precisamos sair de introdução do assunto e começar a discutir aplicações, pois ao capturar dados é necessário pensar que ele está acessível e conectável a qualquer outra informação.

Em um exemplo prático, existem algumas empresas que trabalham verificando geladeiras e freezers para reduzir custos, para isso captam dados de quantidade de abertura de porta, temperatura e consumo de energia. Fazem um painel bacana em bootstrap com gráficos e um sistema de alerta SMS. Fantástico! Agora se uma das geladeiras estiverem consumindo mais energia, terei um profissional avisado para que a manutenção seja feita o mais rápido possível, reduzindo a prejuízo. Ok, o sistema de alerta já é uma aplicação conectada a ação, o gestor poderá ficar ressabiado quanto a questão trabalhista que poderá surgir no futuro se o funcionário resolver reclamar que teve que estar de prontidão 100% do tempo, mesmo quando em horas de descanso… mas vamos seguir. Porque não repensar o modelo de negócio? A indústria que produz a geladeira, se pensar um pouco o modelo de negócios pode aumentar margem trabalhando serviço (ex,: da transformação de negócio na ótica da GM https://conteudo.startse.com.br/corporate/felipe/gm-nao-quer-mais-vender-carros-e-vai-levar-novidade-para-nova-york/ ), mas onde entra o IoT? Vamos tentar usar o mesmo exemplo em manutenção, aumenta a quantidade de sensores: mangueira, motor… Dessa forma, para fazer a manutenção, o operador já vai realizar a manutenção com a peça correta (otimizando compras, peças sobrando e extravios, custos com visitas puramente técnicas só para levantar necessidades…) e nesse formato, o cliente que antes tinha que arcar com custos de manutenção, agora terá só que pagar uma mensalidade que tem como resultado uma redução no custo tanto com equipe quanto com o consumo de energia.

Ok, até aí o exemplo acima é igual, apenas aumentou os sensores e o fornecedor da solução. Pronto, agora estamos discutindo aplicações. O que pode acontecer depois dessa primeira camada? A peça identifica uma diminuição do fluxo da mangueira, nisso dispara um job de manutenção, sobe para serviço de operadores certificados que atuam na região (um Uber de profissionais de manutenção dessas geladeiras), o profissional mais próximo aceita o job, executa, é medido por eficiência, tempo, limpeza no local… há o fechamento, split de pagamento e a indústria prestadora da solução resolveu um problema, muitas vezes antes do próprio estabelecimento perceber, por uma cadeia de eventos quase sem custo humano na operação.

O exemplo de cima é simples, ninguém precisou inventar a roda, todos esses serviços já existem, só estão espalhados ou são executados apenas pensando em fazer um painel com relatórios bonitos. Fazer IoT porque é considerado importante por 75% dos executivos operacionais das empresas brasileira é continuar gastando dinheiro inflando TI e não focar na entrega de soluções.

O que você está fazendo (nem que seja uma ideia ainda)? Vamos trocar experiências e evoluir juntos.

Post originalmente publicado no perfil do linkedin do João Caetano, CMO da Agência Vila. Acesse aqui.

Você que não teve tempo de ficar por dentro das notícias sobre tecnologia, listamos as mais importantes em um post para você ficar atualizado sobre o mundo digital!

Google investe em site de notícias feita por robôs

Apenas o céu é o limite para o Google. Para expandir mais ainda seus negócios, a empresa investiu na Inteligência Artificial para escrever notícias automatizadas.

O Google investiu mais de R$ 2 bilhões de reais numa agência que usa robôs para escrever notícias, a Press Association. A empresa pretende apoiar e estimular ainda mais o jornalismo digital.

De acordo com o editor da agência, Peter Clifton, não há ameaças da I.A. ocupar o lugar dos humanos, ela apenas irá ajudar a aumentar as notícias locais para suprir a demanda de textos.

O Orkut voltou, ou quase isso

Nosso queridinho das saudades, o Orkut, voltou semana passada para a internet, ou quase isso. Um site idêntico à antiga Rede Social está ativo, mas não tem nenhuma relação com o Google, dono da plataforma, desativada em 2014.

Quando acessado, o Chrome deixa um alerta informando que o site não é seguro e pode ser que ele receba seus dados para depois revendê-los, o famoso “Phishing”.

Se você quiser voltar ao passado, o “Orkut.li” traz todas as formas e configurações do site antigo: scraps, testemunhos e comunidades, só tenha cuidado ao colocar uma senha: use uma diferente da que você está acostumado, para evitar qualquer tipo de transtorno.

Robô advogado dá conselhos de graça para de recorrer multas

Já pensou em receber uma multa e conseguir recorrer com a ajuda de um advogado sem gastar nada com isso? Nos EUA, isso é realidade graças a um estudante que criou um chatbot para aconselhar as pessoas que foram multadas.

A ideia partiu do estudante Joshua Browder, após perceber que a indústria legal valia muito dinheiro e tinha o desejo de torná-la gratuita para quem precisasse. Para esse assunto de multas de trânsito, ele diz que pode ajudar o governo a diminuir os pedidos e parar a contratação de pessoas só para leituras de contestações, já que o próprio robô as manda de um jeito mais fácil e simples de serem lidas, facilitando o processo.

O robô DoNotPay atua em Nova York e em Seattle e tem expandido para outros estados americanos. Quem sabe um dia ele se torne brasileiro, não é?

APP da Microsoft usa a IA para narrar o mundo às pessoas cegas

A Microsoft lançou um APP capaz de narrar coisas para pessoas que são deficientes visuais, graças à Inteligência Artificial. O programa está disponível para iOS dos EUA e estava em fase de testes desde março do ano passado.

Com o APP, os usuários podem apontar a câmera para uma pessoa e saber como ela é e até como está se sentindo, de acordo com sua expressão corporal. A novidade também vale para produtos e objetos.

O aplicativo também reconhece as notas de dinheiro americano. O que poderia ser simples para nós brasileiros, é muito difícil para os americanos sem visão, porque as notas de todos os valores têm o mesmo tamanho. O Seeing AI também escaneia códigos de barra e documentos, ajudando no dia-a-dia dos deficientes.

Não há previsões para a chegada do APP no Brasil e nem na plataforma Android.

AltSchool, a escola em que os professores são robôs

Um empreendedor dos Estados Unidos resolveu revolucionar o sistema escolar usando robôs para a aprendizagem dos alunos. E acredite: isso pode ser muito bom!

Max Ventilla criou uma escola alternativa que visa à personalização das aulas e exercícios de acordo com cada aluno. Professores e pesquisadores trabalham juntos para ‘nutrir’ as máquinas para, a partir daí, o robô entregar as tarefas para cada estudante individualmente, de acordo com as matérias em que ele vai melhor e aquelas que tem mais problemas.

A anuidade da escola chega a R$ 100 mil reais e Max pretende levar essa tecnologia às escolas públicas do país.

A troca de mensagens é a base do celular atualmente. Partindo dessa afirmação, o Facebook está apostando nos anúncios dentro das conversas do seu APP, o Messenger.

A empresa decidiu fazer esses testes dentro do “inbox” após resultados promissores na Austrália e Tailândia, mas calma: o conteúdo do anúncio não será relacionado à sua conversação, mas ao que você pesquisa e tem vontade de comprar! E mais: todos os ads serão selecionados a partir do tamanho da tela do seu celular do usuário e até da resolução do aparelho.

Fonte: techcrunch.com

A partir do próximo mês, o Facebook vai expandir essa novidade gradativamente para todos os países. Os usuários terão a oportunidade de comprar os produtos anunciados através do Messenger, se aproximando do Facebook Ads e também do Instagram, que já usam o poder dos anúncios nas suas plataformas.

O anúncio será mostrado já com um “call to action” para o usuário clicar e e entrar na página do produto para poder comprar, realizando o pagamento sem sair do aplicativo, o que deixa o processo de compra muito mais ágil.

Se o Facebook usar essa nova ferramenta com moderação, poderá ser muito benéfica ao usuário. Caso o aplicativo persista em muitos anúncios, a experiência do Messenger pode causar estranheza ao cliente e levar à fuga. E aí, qual vai ser a sua aposta sobre essa novidade?