Author: joaocaetano

De acordo com uma matéria feita direto da Futurecom 2017, IoT (Internet das Coisas) é visto como um investimento importante por 71% dos gestores nacionais, um número superior aos 62% registrados ano passado na pesquisa Logicalis. A análise também mostra que 35% dos empresários estão em fase inicial de implementação de IoT, 33% irão investir mais, 20% terão o mesmo investimento é 12% irão diminuir.

ok.. tudo mundo faz Internet das Coisas

ok.. tudo mundo faz Internet das Coisas

Ok. Essa é a informação da matéria e da pesquisa. Portanto, estamos falando que 100% investem. O.o Um cenário que está distante de qualquer realidade brasileira ou internacional. A pesquisa teve como amostragem 172 executivos de divisões operacionais, logo dificilmente estamos falando de uma realidade representativa, mas a questão que precisa ser conversada não é se representa o Brasil todo ou não.

Precisamos falar sobre o que é, ou pode ser, a Internet das Coisas. Primeiro, pela estatística acima, pode ainda existir algum conflito entre as diferenças básicas de  IoT e automação, pois uma máquina pode ser inteligente, otimizando processo com um software robusto e está um pouco distante de IoT. Evoluindo com o questionamento, vamos colocar uma placa e conectá-la.

Mesmo que as máquinas estejam conectadas, que indica o princípio do conceito de Internet da Coisas, mas a troca de dados serve apenas para atualizações automáticas (reduzindo o custo operacional de manutenção) ou para enviar um porrada de informações para um painel bonito em uma url externa, daquelas que você nunca lembra qual era a senha.

Internet das Coisas, automação em casa

Internet das Coisas, automação em casa

Apesar de ser IoT, precisamos sair de introdução do assunto e começar a discutir aplicações, pois ao capturar dados é necessário pensar que ele está acessível e conectável a qualquer outra informação.

Em um exemplo prático, existem algumas empresas que trabalham verificando geladeiras e freezers para reduzir custos, para isso captam dados de quantidade de abertura de porta, temperatura e consumo de energia. Fazem um painel bacana em bootstrap com gráficos e um sistema de alerta SMS. Fantástico! Agora se uma das geladeiras estiverem consumindo mais energia, terei um profissional avisado para que a manutenção seja feita o mais rápido possível, reduzindo a prejuízo. Ok, o sistema de alerta já é uma aplicação conectada a ação, o gestor poderá ficar ressabiado quanto a questão trabalhista que poderá surgir no futuro se o funcionário resolver reclamar que teve que estar de prontidão 100% do tempo, mesmo quando em horas de descanso… mas vamos seguir. Porque não repensar o modelo de negócio? A indústria que produz a geladeira, se pensar um pouco o modelo de negócios pode aumentar margem trabalhando serviço (ex,: da transformação de negócio na ótica da GM https://conteudo.startse.com.br/corporate/felipe/gm-nao-quer-mais-vender-carros-e-vai-levar-novidade-para-nova-york/ ), mas onde entra o IoT? Vamos tentar usar o mesmo exemplo em manutenção, aumenta a quantidade de sensores: mangueira, motor… Dessa forma, para fazer a manutenção, o operador já vai realizar a manutenção com a peça correta (otimizando compras, peças sobrando e extravios, custos com visitas puramente técnicas só para levantar necessidades…) e nesse formato, o cliente que antes tinha que arcar com custos de manutenção, agora terá só que pagar uma mensalidade que tem como resultado uma redução no custo tanto com equipe quanto com o consumo de energia.

Ok, até aí o exemplo acima é igual, apenas aumentou os sensores e o fornecedor da solução. Pronto, agora estamos discutindo aplicações. O que pode acontecer depois dessa primeira camada? A peça identifica uma diminuição do fluxo da mangueira, nisso dispara um job de manutenção, sobe para serviço de operadores certificados que atuam na região (um Uber de profissionais de manutenção dessas geladeiras), o profissional mais próximo aceita o job, executa, é medido por eficiência, tempo, limpeza no local… há o fechamento, split de pagamento e a indústria prestadora da solução resolveu um problema, muitas vezes antes do próprio estabelecimento perceber, por uma cadeia de eventos quase sem custo humano na operação.

O exemplo de cima é simples, ninguém precisou inventar a roda, todos esses serviços já existem, só estão espalhados ou são executados apenas pensando em fazer um painel com relatórios bonitos. Fazer IoT porque é considerado importante por 75% dos executivos operacionais das empresas brasileira é continuar gastando dinheiro inflando TI e não focar na entrega de soluções.

O que você está fazendo (nem que seja uma ideia ainda)? Vamos trocar experiências e evoluir juntos.

Post originalmente publicado no perfil do linkedin do João Caetano, CMO da Agência Vila. Acesse aqui.

Uma esperada novidade foi lançada hoje, o WhatsApp Business (ou WhatsApp para Negócios) foi lançado oficialmente e está disponível para ser baixado na Google Play na Indonésia, Itália, México, Reino Unido e EUA. Deve chegar a vez do Brasil nas próximas semanas, de acordo com o blog oficial do WhatsApp.

Veja como funciona:

  • Perfil Empresarial: Ajude os clientes com informações úteis, como por exemplo, uma descrição comercial, e-mail, endereço físico e website.

    whatsapp business perfil comercial

    whatsapp business perfil comercial

  • Ferramentas de Mensagens: Economize tempo com ferramentas de mensagens inteligentes –respostas rápidas para as perguntas mais freqüentes, mensagens de saudação para apresentar sua empresa aos seus clientes e as mensagens de ausência para que seus clientes saibam quando você estiver ocupado.
    whatsapp business personalizada

    whatsapp business personalizada

    whatsapp business respostas rápidas

    whatsapp business respostas rápidas

  • Estatísticas de Mensagens: Analise de métricas simples, como por exemplo o número de mensagens que foram lidas, e entender o que está funcionando para sua empresa.whastapp business estatistica
  • WhatsApp Web: Envie e receba mensagens com o WhatsApp Business usando seu computador.
  • Tipo de Conta: As pessoas saberão que estão se comunicando com uma empresa, pois você será listado como uma conta comercial. Com o passar do tempo, algumas empresas terão Contas Confirmadas assim que tiver sido verificado que o número de telefone da conta corresponde ao número de telefone da empresa.

O post também levanta uma informação que “mais de 80% das pequenas empresas na Índia e no Brasil afirmam que o WhatsApp hoje, os ajuda na comunicação com seus clientes e com o crescimento de seus negócios – (fonte: estudo Morning Consult)”

Assim que estiver disponível no Brasil, aproveitem. Porque há rumores que será gratuito no começo, mas o WhatsApp planeja cobrar recursos adicionais no futuro mais distante, assumindo um modelo freemium,

O Google vai começar a bloquear certos anúncios diretamente no Chrome, isso já havia sido anunciado desde o começo do ano, mas agora já temos uma data mais oficial para o início: 15 de fevereiro.

Como o Google é membro de um grupo para criar padrões para melhores anúncios, entrará com essa ação aplicando Ad Block direto no Chrome. Não será para todos os sites e todos os tipos de anúncios, pois será direcionado para aqueles intrusivos e chatos, mais como uma política extrema para manter os anúncios vivos, ao invés dos spam terminarem de assassiná-los e tentar impedir o avanço desenfreado dos Ad Blockers terceiros (que com o avanço, acabaram comendo um pouco mais do faturamento da empresa)

O Google já está trabalhando com os grandes publishers para explicar o padrão que será exigido e para que eles não sejam penalizadas no futuro.

Foi assim que o Twitter Nasceu

Rascunho do Twitter feito por Jack Dorsey em 2006

O twitter ao meu ver sempre foi meio que uma mídia social mau interpretada no Brasil por uma maioria de usuários. Pessoas que usavam o (falecido) Orkut e se depararam com esse nome estranho começando a bombar, acharam que seria algo semelhante a rede social que já usavam. Porém, quando criaram uma conta viram que a coisa era um pouco mais complicada e muitos nem saíram do zero. Outros porém, começaram a usar do seu jeito, como um chat, apenas para falar com seus artistas favoritos que já estavam aderindo e foi por isso que ele começou a ser mais falado por aqui. Muitos, reclamavam do limite de 140 caracteres, por incrível que pareça. E assim a coisa foi indo…

O twitter evoluiu bastante nesses 10 anos de atuação, inclusive seguindo sempre a linha do Facebook, dando mais destaques para fotos,  (claro que não se compara com o número de atualizaçãoes do Facebook) e recentemente teve várias atualizações bacanas. Hoje, estamos escrevendo este post para te mostrar como isso pode beneficiar o seu e-commerce para você vender mais!

5 novidades do twitter em 2016

  • passou a ser uma plataforma de live streaming, começando pelos esportes. (Fechou com a NFL e está transmitindo os jogos);
  • Relaxou com a contagem de caracteres. Agora, Gifs, Fotos, Audios, Vídeos (e qualquer documento anexado) quando encurtados, não ocupam mais o espaço do texto no tweet;
  • Inclusive os comentários num tweet não contam mais caracteres;
  • Incorporação de Vídeos mais longos de 140 segundos. Até então, apenas o Vine, aplicativo do Twitter para vídeos de até 6s poderia ser compartilhado na timeline do Twitter;

 

Case de e-commerce de moda com o Twitter

Veja um exemplo de campanha de mídia para o varejo, focado em mulheres irlandesas que se interessam por moda:

Veja como bombar seu e-commerce com o twitter

case de varejo no twitter. Segmento de Moda.

A @iclothing é um website de comércio eletrônico irlandês que vende roupas e calçados femininos a clientes de toda a Europa. É uma empresa jovem e ativa, dedicada ao fornecimento da moda urbana mais moderna por ótimos preços.

Eles estabeleceram uma parceria com uma agência digital, para a criação de sua campanha.

Um dos motivos, pelo qual, o twitter ainda não se paga, segundo seu fundador, Jack Dorsey: “Tudo que entra é reinvestido!”

Objetivo da campanha

O e-commerce iclothing queria se aproximar das conversas sobre moda que aconteciam de forma expontânea no Twitter.Eles criaram em parceria com a agência uma campanha de engajamento através de duas #hashtags

A iCLOTHING criou duas campanhas de engajamento com Tweets baseadas nas hashtags #iWant (euQuero) e #iWear (euUso). Para #iWant, os usuários precisavam tweetar uma foto do look de uma celebridade, e a iCLOTHING respondia ao Tweet com um look correspondente de sua loja. Com #iWear, os usuários precisavam compartilhar uma foto deles mesmos usando peças da iCLOTHING . Essas hashtags deram início a conversas animadas, e a iCLOTHING teve acesso ao excelente conteúdo gerado pelos usuários, que era então divulgado(…)

A plataforma é excelente para se relacionar com seu público, informar e compartilhar informação, em diversos formatos.

Por isso cada vez mais ele pode ajudar seu negócio online a vender. Seja um vídeo curto do seu produto sendo usado ou um evento que você queira transmitir tuitando os principais acontecimentos via Hashtag,  é uma excelente plataforma para você engajar seus clientes, seja por mídia ou seja de forma orgânica.

case iclothing aumenta 25% o engajamento

Resultado da campanha

Twitter estabiliza número de usuários ativos

Veja a evolução dos últimos 6 anos do Twitter

Número de usuários ativos no Twitter está estagnado desde 2015

A rede social do passarinho será mesmo vendida desta vez?

Todo ano, surgem pelo menos 1 boato sobre a venda do twitter. Porém, este ano, os rumores estão ainda mais fortes. E o que mais impressiona são os nomes das empresas envolvidas. Ninguém mais, do que Google e Salesforce. Estamos no aguardo para saber o resultado desta negociação. Para o Google seria uma excelente aquisição, já que nem o Orkut, Wave ou o Google+ eles conseguiram fazer vingar. E pensando nisso, como o Twitter está em evidencia, resolvemos trazer aqui as últimas novidades da plataforma e principalmente como ele pode ajudar sua loja virtual.

Clique na imagem e veja a timeline feita pela Folha SP para os 10 anos do #Twitter

Infográfico feito pela Folha SP #Twitter

Para encerrar, quem é das antigas, vai se lembrar muito bem DELA, que hoje sentimos saudades, mas que dava muita raiva quando aparecia.

A tão odiada baleia do twitter!

A tão odiada baleia do twitter!

Mentoria e Startups são duas coisas que estão bem alinhadas com a proposta da Agência da Vila para fomentar a colaboração e inovação, trazendo sempre bons resultados para nossos clientes. Networking é fundamental e em projetos como estes que surgem excelentes oportunidades para todos.

Num ano difícil como vivemos ano passado e estamos vivendo agora, acreditamos que compartilhar conhecimento e tudo o que for bom, vai ajudar a conquistar nossos objetivos. Por isso estamos com a campanha #UmAnoParaCompartilhar. Com isso em mente, vale mencionar um trabalho feito pela gente que está fazendo muito sucesso!

vendas em jogo

O Vendas em Jogo é uma ferramenta para incentivo de vendas, com gameficação criada pela agência da vila para melhorar o desempenho das equipes de vendas.

O Diretor João Caetano esteve durante o mês passado tocando este projeto que foi acelerado pela Farm. Com esta e outras experiências ele se candidatou para ser mentor de startups no campus São Paulo do Google para dar continuidade ao projeto #UmAnoParaCompartilhar.  E ficou super feliz ao escolhido.

João Caetano da Agência da Vila dá mentoria para Startups

Diretor João Caetano dá mentoria no Campus São Paulo do Google

Como a mentoria pode ajudar uma Startup?

A mentoria consiste em um profissional experiente passar sua vivência para a recém criada empresa.

A escolha do mentor varia muito da necessidade da empresa, se a empresa escolhe uma pessoa que tem vivência no segmento em que a empresa atua ou num segmento onde a empresa precisa de um expertise maior ou não têm este conhecimento.

Cada mentor também possui uma característica, de ser mais técnico na parte de desenvolvimento de aplicativos, por exemplo, ou focado na parte comercial ou de negócios. Por isso, se você está procurando um mentor, tenha muito claro, qual o perfil desta pessoa e se está alinhado com suas expectativas.

João Caetano com Napoleão e Lucas da Startup S Prudence Fiscal

Aqui compartilhamos 2 depoimentos de 2 Startups que tiveram a mentoria.

Depoimentos das Startups

 

Para finalizar gostaríamos de provocar você para compartilhar alguma coisa boa, seja o que você quiser/puder. #UmAnoParaCompartilhar é uma ação para que nós brasileiros, unidos, vencemos as dificuldades. Seja com a criatividade natural que somos conhecidos ou pelo esforço e pelo suar, que também é uma das excelentes qualidades dos brasileiros.

Você pode se cadastrar como mentor no Campus SP do Google (clique no botão verde para ser um membro) ou simplesmente acessar nossa página no Facebook e conta ro que fez para alguém que vale a pena ser citado e levar nosso projeto adiante.

Nossa equipe ficou acordada até o final do último episódio do Master Chef e eles levantaram 3 questionamentos importantes (além de todos aqueles que você já leu sobre a ação da Tim) sobre o programa de ontem. Aqui estão eles:

1.O tal “ter produto social ao invés de colocar seu produto nas redes sociais”
Ter um produto gerador de engajamento na social mídia não significa necessariamente que ele precisa seguir a lógica de enquete ao vivo ou tweet e vote no seu favorito. O conteúdo do próprio programa pode ser uma ótima forma de torná-lo social (até na estética do tosco, explorando as suas fraquezas), contanto que gere identificação e interesse das pessoas em falarem disso, por meme, piadas, assuntos polêmicos, mensagens emotivas ou qualquer formato de conteúdo que induza a vontade de falar sobre algo.

Com 3 pessoas que não tinham o português como língua nativa, os erros de concordância, pronuncia e até os gestos por não saber como falar se tornaram um prato cheio de memes. O machão se emocionando ao falar sensibilizou todas as pessoas que já passaram por algum momento em que a emoção foi maior do que a postura mandava. A estética e direção não perfeitos deu um senso de realidade e consequentemente de identificação, muito maior  mais do que aqueles corpos torneados e siliconizados que você tem a nítida impressão que mesmo indo todos os dias na academia, nunca conseguirá alcançar. A quantidade de esmero estético do reality show é algo fora do padrão comum, portanto distante de mais da sua concepção de realidade…

2.Audiência gerando audiência.
Saber usar o mix de mídia é importante. A Band é uma emissora de TV que tem a sua audiência. Como é parte de um grupo de comunicação, ela usou rádio e diversas mídias próprias e pagas para gerar awareness, mas foi o movimento da TV gerar audiência para o Twitter, que por sua vez se identificava com o conteúdo e gerava repercussão que trouxe ainda mais audiência para a TV. Essa fórmula fez com que a “pequena” Band batesse o recorde de interatividade no Twitter durante um “evento”  da TV,  a hasgtag #MasterChefBr foi o evento de televisão mais comentado da história do Twitter no Brasil passando o último episódio da unânime novela “da Carminha”, realizado pela líder isolada de audiência e abrangência (Globo).

3.Como o esforço trouxe resultado.(e não sobre o tweet com o vencedor).

A receita:

O programa que já é um sucesso em outros lugares do mundo (leia: investir em algo que você viu dar certo lá fora e enfrentou o “mas no Brasil não vai funcionar”) + um produto com conteúdo social, abraçando as linguagens das mídias sociais + boa estratégia multimidia = líder de audiência em todos os programas da temporada, de acordo com o que foi falado por eles na transmissão de ontem (a faixa de horário ajuda? Essa é uma discussão a parte, tendo em vista que o programa também estava competindo com uma novela, produto no qual a Globo é líder isolada no mundo, que também tinha um conteúdo trabalhado sobre polêmicas).

 

Podem existir muitas discussões sobre Reality Show VS Novela, métricas de audiência, métricas de sucesso real, faixa de horário, buzz falando mal do seu produto que gera audiência, estratégias polêmicas de audiência… Mas para o pessoal de marketing que conseguiu ficar acordado até o final do programa, foi possível ver um ROI sobre mídia social prático, que tomou tempo, dedicação e muito investimento, mas que gerou em resultados reais.

O título caçador de cliques “o fim das mídias sociais” chegou a ser usado até por alguns figurões da publicidade. Pronto, precisamos falar sobre isso.

Meu amigo, o “viral” não morreu.

É só você que não consegue mais vender os números de métricas que inventou e chamava de indicador importante.

Nunca se compartilhou tanta informação. Só na rede do Facebook são mais de 45 bilhões de mensagens por dia. A única grande diferença da “era de ouro das mídias sociais gratuitas” é que agora os dados não são mais compartilhados com você.

Já estamos há alguns anos falando da migração dos jovens das Grandes Comunidades públicas (Facebook) para os aplicativos de mensagem direta como Whatsapp, Snapchat e outros. Um movimento tão obvio que foi um dos grandes discursos do próprio Facebook na última conferência de desenvolvimento: Em vez de se tornar um grande site/aplicativo agregador de funções, o grupo será uma rede de diversos APPs e serviços (só na Play Store o Facebook tem mais de 15 (a diferença entre escrever o post e publicá-lo) apps publicados pelo mesmo autor, isso sem contar o Instagran, Whatsapp e todos os outros que eles adquiriram nos últimos anos e que estão na loja por outro publicador).

2015 é o ano que o faturamento das operadoras de Telecom passa a ter como maior fonte de receita a área de dados (internet mobile) ao invés de voz (ligações telefônicas). Esse dado é um alerta tão fantástico que vale à pena repetir. As empresas de telefone ganham dinheiro com internet (Toma essa, caras chatos que sempre falam que celular é para falar ao telefone e não para usar a internet! – Sim, eles ainda existem e ainda usam o mesmo discurso). Isso fica muito obvio quando você anda de transporte público ou vai a algum lugar muito cheio, como shoppings, logo nota que o Whatsapp não tem preconceito – não vê cor, idade ou classe social -, os alertas pipocam de bolso em bolso e as mensagens de voz do “zap” são as novas irritantes mensagens de rádio da Nextel.

A grande questão é que o wow (o boca a boca) hoje não é controlado e mensurado como podíamos fazer com as redes sociais há alguns anos quando o Facebook, além de entregar os seus posts para uma boa parte dos seus fãs, te dava acesso via API para coletar dados.

Agora evoluímos em conectividade social, mas voltamos a não conseguir dimensionar o resultado de uma fofoca. Portanto, mais do que nunca, as ações precisam aumentar as vendas no final do mês, porque não da mais para os publicitários (figurões ou meros analistas de mídias sociais) venderem impressões, audiência impactada ou número bruto de fãs em uma página.

Mas você concorda ou discorda – O que acha sobre esse assunto? Porque depois de falado isso, precisaremos falar sobre investimento de mídia e essa será uma conversa bem mais séria, juro.

“O mundo na palma da sua mão.” Parece até comercial de agência de turismo, mas a cada dia essa frase ganha mais realidade no cotidiano. Existem coisas que são possíveis de fazer com um smartphone hoje que não eram nem imagináveis há 5 anos atrás. Além da infinidade de aplicativos que por si já garantem uma gama completa de possibilidades, este aparelho também traz o benefício da internet, georeferência, acesso a quase todas as suas contas digitais… Então, por que não usar o aparelho para fazer compras?

São quase 39 milhões de usuários de internet móvel no Brasil (número que cresceu 7% em comparação a outubro de 2014 – 7% de crescimento em só 6 MESES). Esse mesmo brasileiro já vinha aumentando suas compras via internet (a previsão do primeiro quarter é que mobile represente 20% das compras do eCommerce brasileiro) e ao mesclar essas informações cria-se uma curva possível e quase lógica de crescimento do mCommerce. Este mercado pode ganhar nos quesitos de facilidade, mobilidade e oportunidade – é fácil comprar porque não importa onde este consumidor esteja, só é necessário ter acesso a internet (por plano de operadora ou wi-fi) para realizar a compra, até mesmo quando estiver presente na loja do seu concorrente.

Algumas marcas já perceberam e começaram a investir no mCommerce. Existem alguns grandes varejistas online que até atingem picos 50% das vendas do eCommerce por aparelhos móveis e até casos isolados, como o da Privália, que tem a maioria das vendas por mCommerce. Porém, para muitos usuários a incompatibilidade dos sites com a tela menor do celular e/ou a navegação falha por esse meio é um ponto desmotivador para as compras e é por isso que é necessário estender a navegação para este meio – por aplicativo ou site adaptável -, assim o cliente deixa de ter uma limitação para ter uma boa escolha.

Durante o ano passado a Agência da Vila passou pelo processo de homologação do SEBRAENOPODIO e em outubro de 2014 fomos recomendados pelo SEBRAE para fazer parte da cadeia de suprimentos para o Rio2016 (Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™).

Hoje recebemos a visita, direto do Rio de Janeiro, da Yamara Alfradique, consultora do SEBRAENOPODIO. Discutimos sobre as estratégias da empresa e algumas questões sobre o portal de suprimentos do RIO2016.

Visita Yamara Alfradique, SABRAEnoPodio

Visita Yamara Alfradique, SEBRAEnoPodio