Author: joaocaetano

Mais uma semana está começando e se você esteve fora do ar ou simplesmente não teve tempo de saber das novidades on-line, separamos as principais notícias para você em um só post!

+ Leia as notícias da semana anterior

Usuários começarão a pagar para ler notícias no Facebook

No mês passado, houve rumores que o usuário teria que pagar pelas notícias que circulavam pelo Facebook. Pois é, essa informação foi confirmada pela diretora do Facebook, Campbell Brown, nessa semana.

A plataforma pretende implementar um sistema de acesso para conteúdo jornalístico e funcionaria da seguinte maneira: eles dariam uma “amostra grátis” ao usuário, que poderia ler até 10 notícias gratuitamente, depois seria levado à compra da assinatura.

Segundo Brown, os testes começarão já em outubro e, caso a performance seja positiva, a novidade estará disponível para maiores públicos em 2018.

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Ataques cibernéticos podem deixar prejuízos de até 121 bilhões de dólares

O mundo tem passado por uma série de ataques cibernéticos, mas, mesmo perdendo documentos e dados, foi possível evitar danos mais graves.

+ Entenda a tecnologia por trás dos ataques cibernéticos

Todavia, uma situação hipotética de um grande ataque foi pensada pela Lloyd’s com a Cyence, empresa de modelagem de riscos, e foi afirmado que poderia haver uma perda entre US$ 4,6 bilhões e US$ 53 bilhões, com perdas reais chegando até US$ 121 bilhões! O pior é que até US$ 45 bilhões de toda essa somatória podem não ser cobertas devido à insuficiências de empresas!

O ataque do ransomware WannaCry, em maio deste ano, teve um impacto de US$ 8 bilhões, e o vírus “NotPetya”, em junho, causou US$ 850 milhões em custos econômicos.

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Facebook se rende aos GIFs e lança ferramenta de criação

Após ter copiado, descaradamente, as funções do SnapChat, o Facebook decidiu se render completamente aos GIFs, finalmente.

Com o sucesso das respostas por GIFs dos usuários, a plataforma está expandindo esse recurso também para a câmera do APP, no modo História, deixando a criatividade por parte do usuário na produção de GIFs personalizados.

Por enquanto, apenas quem tem iOS consegue usufruir da novidade, mas em breve ela também estará no sistema Android. É esperar pra ver!

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Você que não teve tempo de ficar por dentro das notícias sobre tecnologia, listamos as mais importantes em um post para você ficar atualizado sobre o mundo digital!

Google investe em site de notícias feita por robôs

Apenas o céu é o limite para o Google. Para expandir mais ainda seus negócios, a empresa investiu na Inteligência Artificial para escrever notícias automatizadas.

O Google investiu mais de R$ 2 bilhões de reais numa agência que usa robôs para escrever notícias, a Press Association. A empresa pretende apoiar e estimular ainda mais o jornalismo digital.

De acordo com o editor da agência, Peter Clifton, não há ameaças da I.A. ocupar o lugar dos humanos, ela apenas irá ajudar a aumentar as notícias locais para suprir a demanda de textos.

O Orkut voltou, ou quase isso

Nosso queridinho das saudades, o Orkut, voltou semana passada para a internet, ou quase isso. Um site idêntico à antiga Rede Social está ativo, mas não tem nenhuma relação com o Google, dono da plataforma, desativada em 2014.

Quando acessado, o Chrome deixa um alerta informando que o site não é seguro e pode ser que ele receba seus dados para depois revendê-los, o famoso “Phishing”.

Se você quiser voltar ao passado, o “Orkut.li” traz todas as formas e configurações do site antigo: scraps, testemunhos e comunidades, só tenha cuidado ao colocar uma senha: use uma diferente da que você está acostumado, para evitar qualquer tipo de transtorno.

Robô advogado dá conselhos de graça para de recorrer multas

Já pensou em receber uma multa e conseguir recorrer com a ajuda de um advogado sem gastar nada com isso? Nos EUA, isso é realidade graças a um estudante que criou um chatbot para aconselhar as pessoas que foram multadas.

A ideia partiu do estudante Joshua Browder, após perceber que a indústria legal valia muito dinheiro e tinha o desejo de torná-la gratuita para quem precisasse. Para esse assunto de multas de trânsito, ele diz que pode ajudar o governo a diminuir os pedidos e parar a contratação de pessoas só para leituras de contestações, já que o próprio robô as manda de um jeito mais fácil e simples de serem lidas, facilitando o processo.

O robô DoNotPay atua em Nova York e em Seattle e tem expandido para outros estados americanos. Quem sabe um dia ele se torne brasileiro, não é?

APP da Microsoft usa a IA para narrar o mundo às pessoas cegas

A Microsoft lançou um APP capaz de narrar coisas para pessoas que são deficientes visuais, graças à Inteligência Artificial. O programa está disponível para iOS dos EUA e estava em fase de testes desde março do ano passado.

Com o APP, os usuários podem apontar a câmera para uma pessoa e saber como ela é e até como está se sentindo, de acordo com sua expressão corporal. A novidade também vale para produtos e objetos.

O aplicativo também reconhece as notas de dinheiro americano. O que poderia ser simples para nós brasileiros, é muito difícil para os americanos sem visão, porque as notas de todos os valores têm o mesmo tamanho. O Seeing AI também escaneia códigos de barra e documentos, ajudando no dia-a-dia dos deficientes.

Não há previsões para a chegada do APP no Brasil e nem na plataforma Android.

AltSchool, a escola em que os professores são robôs

Um empreendedor dos Estados Unidos resolveu revolucionar o sistema escolar usando robôs para a aprendizagem dos alunos. E acredite: isso pode ser muito bom!

Max Ventilla criou uma escola alternativa que visa à personalização das aulas e exercícios de acordo com cada aluno. Professores e pesquisadores trabalham juntos para ‘nutrir’ as máquinas para, a partir daí, o robô entregar as tarefas para cada estudante individualmente, de acordo com as matérias em que ele vai melhor e aquelas que tem mais problemas.

A anuidade da escola chega a R$ 100 mil reais e Max pretende levar essa tecnologia às escolas públicas do país.

A troca de mensagens é a base do celular atualmente. Partindo dessa afirmação, o Facebook está apostando nos anúncios dentro das conversas do seu APP, o Messenger.

A empresa decidiu fazer esses testes dentro do “inbox” após resultados promissores na Austrália e Tailândia, mas calma: o conteúdo do anúncio não será relacionado à sua conversação, mas ao que você pesquisa e tem vontade de comprar! E mais: todos os ads serão selecionados a partir do tamanho da tela do seu celular do usuário e até da resolução do aparelho.

Fonte: techcrunch.com

A partir do próximo mês, o Facebook vai expandir essa novidade gradativamente para todos os países. Os usuários terão a oportunidade de comprar os produtos anunciados através do Messenger, se aproximando do Facebook Ads e também do Instagram, que já usam o poder dos anúncios nas suas plataformas.

O anúncio será mostrado já com um “call to action” para o usuário clicar e e entrar na página do produto para poder comprar, realizando o pagamento sem sair do aplicativo, o que deixa o processo de compra muito mais ágil.

Se o Facebook usar essa nova ferramenta com moderação, poderá ser muito benéfica ao usuário. Caso o aplicativo persista em muitos anúncios, a experiência do Messenger pode causar estranheza ao cliente e levar à fuga. E aí, qual vai ser a sua aposta sobre essa novidade?

 

 

Mentoria e Startups são duas coisas que estão bem alinhadas com a proposta da Agência da Vila para fomentar a colaboração e inovação, trazendo sempre bons resultados para nossos clientes. Networking é fundamental e em projetos como estes que surgem excelentes oportunidades para todos.

Num ano difícil como vivemos ano passado e estamos vivendo agora, acreditamos que compartilhar conhecimento e tudo o que for bom, vai ajudar a conquistar nossos objetivos. Por isso estamos com a campanha #UmAnoParaCompartilhar. Com isso em mente, vale mencionar um trabalho feito pela gente que está fazendo muito sucesso!

vendas em jogo

O Vendas em Jogo é uma ferramenta para incentivo de vendas, com gameficação criada pela agência da vila para melhorar o desempenho das equipes de vendas.

O Diretor João Caetano esteve durante o mês passado tocando este projeto que foi acelerado pela Farm. Com esta e outras experiências ele se candidatou para ser mentor de startups no campus São Paulo do Google para dar continuidade ao projeto #UmAnoParaCompartilhar.  E ficou super feliz ao escolhido.

João Caetano da Agência da Vila dá mentoria para Startups

Diretor João Caetano dá mentoria no Campus São Paulo do Google

Como a mentoria pode ajudar uma Startup?

A mentoria consiste em um profissional experiente passar sua vivência para a recém criada empresa.

A escolha do mentor varia muito da necessidade da empresa, se a empresa escolhe uma pessoa que tem vivência no segmento em que a empresa atua ou num segmento onde a empresa precisa de um expertise maior ou não têm este conhecimento.

Cada mentor também possui uma característica, de ser mais técnico na parte de desenvolvimento de aplicativos, por exemplo, ou focado na parte comercial ou de negócios. Por isso, se você está procurando um mentor, tenha muito claro, qual o perfil desta pessoa e se está alinhado com suas expectativas.

João Caetano com Napoleão e Lucas da Startup S Prudence Fiscal

Aqui compartilhamos 2 depoimentos de 2 Startups que tiveram a mentoria.

Depoimentos das Startups

 

Para finalizar gostaríamos de provocar você para compartilhar alguma coisa boa, seja o que você quiser/puder. #UmAnoParaCompartilhar é uma ação para que nós brasileiros, unidos, vencemos as dificuldades. Seja com a criatividade natural que somos conhecidos ou pelo esforço e pelo suar, que também é uma das excelentes qualidades dos brasileiros.

Você pode se cadastrar como mentor no Campus SP do Google (clique no botão verde para ser um membro) ou simplesmente acessar nossa página no Facebook e conta ro que fez para alguém que vale a pena ser citado e levar nosso projeto adiante.

Nossa equipe ficou acordada até o final do último episódio do Master Chef e eles levantaram 3 questionamentos importantes (além de todos aqueles que você já leu sobre a ação da Tim) sobre o programa de ontem. Aqui estão eles:

1.O tal “ter produto social ao invés de colocar seu produto nas redes sociais”
Ter um produto gerador de engajamento na social mídia não significa necessariamente que ele precisa seguir a lógica de enquete ao vivo ou tweet e vote no seu favorito. O conteúdo do próprio programa pode ser uma ótima forma de torná-lo social (até na estética do tosco, explorando as suas fraquezas), contanto que gere identificação e interesse das pessoas em falarem disso, por meme, piadas, assuntos polêmicos, mensagens emotivas ou qualquer formato de conteúdo que induza a vontade de falar sobre algo.

Com 3 pessoas que não tinham o português como língua nativa, os erros de concordância, pronuncia e até os gestos por não saber como falar se tornaram um prato cheio de memes. O machão se emocionando ao falar sensibilizou todas as pessoas que já passaram por algum momento em que a emoção foi maior do que a postura mandava. A estética e direção não perfeitos deu um senso de realidade e consequentemente de identificação, muito maior  mais do que aqueles corpos torneados e siliconizados que você tem a nítida impressão que mesmo indo todos os dias na academia, nunca conseguirá alcançar. A quantidade de esmero estético do reality show é algo fora do padrão comum, portanto distante de mais da sua concepção de realidade…

2.Audiência gerando audiência.
Saber usar o mix de mídia é importante. A Band é uma emissora de TV que tem a sua audiência. Como é parte de um grupo de comunicação, ela usou rádio e diversas mídias próprias e pagas para gerar awareness, mas foi o movimento da TV gerar audiência para o Twitter, que por sua vez se identificava com o conteúdo e gerava repercussão que trouxe ainda mais audiência para a TV. Essa fórmula fez com que a “pequena” Band batesse o recorde de interatividade no Twitter durante um “evento”  da TV,  a hasgtag #MasterChefBr foi o evento de televisão mais comentado da história do Twitter no Brasil passando o último episódio da unânime novela “da Carminha”, realizado pela líder isolada de audiência e abrangência (Globo).

3.Como o esforço trouxe resultado.(e não sobre o tweet com o vencedor).

A receita:

O programa que já é um sucesso em outros lugares do mundo (leia: investir em algo que você viu dar certo lá fora e enfrentou o “mas no Brasil não vai funcionar”) + um produto com conteúdo social, abraçando as linguagens das mídias sociais + boa estratégia multimidia = líder de audiência em todos os programas da temporada, de acordo com o que foi falado por eles na transmissão de ontem (a faixa de horário ajuda? Essa é uma discussão a parte, tendo em vista que o programa também estava competindo com uma novela, produto no qual a Globo é líder isolada no mundo, que também tinha um conteúdo trabalhado sobre polêmicas).

 

Podem existir muitas discussões sobre Reality Show VS Novela, métricas de audiência, métricas de sucesso real, faixa de horário, buzz falando mal do seu produto que gera audiência, estratégias polêmicas de audiência… Mas para o pessoal de marketing que conseguiu ficar acordado até o final do programa, foi possível ver um ROI sobre mídia social prático, que tomou tempo, dedicação e muito investimento, mas que gerou em resultados reais.

O título caçador de cliques “o fim das mídias sociais” chegou a ser usado até por alguns figurões da publicidade. Pronto, precisamos falar sobre isso.

Meu amigo, o “viral” não morreu.

É só você que não consegue mais vender os números de métricas que inventou e chamava de indicador importante.

Nunca se compartilhou tanta informação. Só na rede do Facebook são mais de 45 bilhões de mensagens por dia. A única grande diferença da “era de ouro das mídias sociais gratuitas” é que agora os dados não são mais compartilhados com você.

Já estamos há alguns anos falando da migração dos jovens das Grandes Comunidades públicas (Facebook) para os aplicativos de mensagem direta como Whatsapp, Snapchat e outros. Um movimento tão obvio que foi um dos grandes discursos do próprio Facebook na última conferência de desenvolvimento: Em vez de se tornar um grande site/aplicativo agregador de funções, o grupo será uma rede de diversos APPs e serviços (só na Play Store o Facebook tem mais de 15 (a diferença entre escrever o post e publicá-lo) apps publicados pelo mesmo autor, isso sem contar o Instagran, Whatsapp e todos os outros que eles adquiriram nos últimos anos e que estão na loja por outro publicador).

2015 é o ano que o faturamento das operadoras de Telecom passa a ter como maior fonte de receita a área de dados (internet mobile) ao invés de voz (ligações telefônicas). Esse dado é um alerta tão fantástico que vale à pena repetir. As empresas de telefone ganham dinheiro com internet (Toma essa, caras chatos que sempre falam que celular é para falar ao telefone e não para usar a internet! – Sim, eles ainda existem e ainda usam o mesmo discurso). Isso fica muito obvio quando você anda de transporte público ou vai a algum lugar muito cheio, como shoppings, logo nota que o Whatsapp não tem preconceito – não vê cor, idade ou classe social -, os alertas pipocam de bolso em bolso e as mensagens de voz do “zap” são as novas irritantes mensagens de rádio da Nextel.

A grande questão é que o wow (o boca a boca) hoje não é controlado e mensurado como podíamos fazer com as redes sociais há alguns anos quando o Facebook, além de entregar os seus posts para uma boa parte dos seus fãs, te dava acesso via API para coletar dados.

Agora evoluímos em conectividade social, mas voltamos a não conseguir dimensionar o resultado de uma fofoca. Portanto, mais do que nunca, as ações precisam aumentar as vendas no final do mês, porque não da mais para os publicitários (figurões ou meros analistas de mídias sociais) venderem impressões, audiência impactada ou número bruto de fãs em uma página.

Mas você concorda ou discorda – O que acha sobre esse assunto? Porque depois de falado isso, precisaremos falar sobre investimento de mídia e essa será uma conversa bem mais séria, juro.

“O mundo na palma da sua mão.” Parece até comercial de agência de turismo, mas a cada dia essa frase ganha mais realidade no cotidiano. Existem coisas que são possíveis de fazer com um smartphone hoje que não eram nem imagináveis há 5 anos atrás. Além da infinidade de aplicativos que por si já garantem uma gama completa de possibilidades, este aparelho também traz o benefício da internet, georeferência, acesso a quase todas as suas contas digitais… Então, por que não usar o aparelho para fazer compras?

São quase 39 milhões de usuários de internet móvel no Brasil (número que cresceu 7% em comparação a outubro de 2014 – 7% de crescimento em só 6 MESES). Esse mesmo brasileiro já vinha aumentando suas compras via internet (a previsão do primeiro quarter é que mobile represente 20% das compras do eCommerce brasileiro) e ao mesclar essas informações cria-se uma curva possível e quase lógica de crescimento do mCommerce. Este mercado pode ganhar nos quesitos de facilidade, mobilidade e oportunidade – é fácil comprar porque não importa onde este consumidor esteja, só é necessário ter acesso a internet (por plano de operadora ou wi-fi) para realizar a compra, até mesmo quando estiver presente na loja do seu concorrente.

Algumas marcas já perceberam e começaram a investir no mCommerce. Existem alguns grandes varejistas online que até atingem picos 50% das vendas do eCommerce por aparelhos móveis e até casos isolados, como o da Privália, que tem a maioria das vendas por mCommerce. Porém, para muitos usuários a incompatibilidade dos sites com a tela menor do celular e/ou a navegação falha por esse meio é um ponto desmotivador para as compras e é por isso que é necessário estender a navegação para este meio – por aplicativo ou site adaptável -, assim o cliente deixa de ter uma limitação para ter uma boa escolha.

Durante o ano passado a Agência da Vila passou pelo processo de homologação do SEBRAENOPODIO e em outubro de 2014 fomos recomendados pelo SEBRAE para fazer parte da cadeia de suprimentos para o Rio2016 (Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™).

Hoje recebemos a visita, direto do Rio de Janeiro, da Yamara Alfradique, consultora do SEBRAENOPODIO. Discutimos sobre as estratégias da empresa e algumas questões sobre o portal de suprimentos do RIO2016.

Visita Yamara Alfradique, SABRAEnoPodio

Visita Yamara Alfradique, SEBRAEnoPodio