Author: joaocaetano

Nossa equipe ficou acordada até o final do último episódio do Master Chef e eles levantaram 3 questionamentos importantes (além de todos aqueles que você já leu sobre a ação da Tim) sobre o programa de ontem. Aqui estão eles:

1.O tal “ter produto social ao invés de colocar seu produto nas redes sociais”
Ter um produto gerador de engajamento na social mídia não significa necessariamente que ele precisa seguir a lógica de enquete ao vivo ou tweet e vote no seu favorito. O conteúdo do próprio programa pode ser uma ótima forma de torná-lo social (até na estética do tosco, explorando as suas fraquezas), contanto que gere identificação e interesse das pessoas em falarem disso, por meme, piadas, assuntos polêmicos, mensagens emotivas ou qualquer formato de conteúdo que induza a vontade de falar sobre algo.

Com 3 pessoas que não tinham o português como língua nativa, os erros de concordância, pronuncia e até os gestos por não saber como falar se tornaram um prato cheio de memes. O machão se emocionando ao falar sensibilizou todas as pessoas que já passaram por algum momento em que a emoção foi maior do que a postura mandava. A estética e direção não perfeitos deu um senso de realidade e consequentemente de identificação, muito maior  mais do que aqueles corpos torneados e siliconizados que você tem a nítida impressão que mesmo indo todos os dias na academia, nunca conseguirá alcançar. A quantidade de esmero estético do reality show é algo fora do padrão comum, portanto distante de mais da sua concepção de realidade…

2.Audiência gerando audiência.
Saber usar o mix de mídia é importante. A Band é uma emissora de TV que tem a sua audiência. Como é parte de um grupo de comunicação, ela usou rádio e diversas mídias próprias e pagas para gerar awareness, mas foi o movimento da TV gerar audiência para o Twitter, que por sua vez se identificava com o conteúdo e gerava repercussão que trouxe ainda mais audiência para a TV. Essa fórmula fez com que a “pequena” Band batesse o recorde de interatividade no Twitter durante um “evento”  da TV,  a hasgtag #MasterChefBr foi o evento de televisão mais comentado da história do Twitter no Brasil passando o último episódio da unânime novela “da Carminha”, realizado pela líder isolada de audiência e abrangência (Globo).

3.Como o esforço trouxe resultado.(e não sobre o tweet com o vencedor).

A receita:

O programa que já é um sucesso em outros lugares do mundo (leia: investir em algo que você viu dar certo lá fora e enfrentou o “mas no Brasil não vai funcionar”) + um produto com conteúdo social, abraçando as linguagens das mídias sociais + boa estratégia multimidia = líder de audiência em todos os programas da temporada, de acordo com o que foi falado por eles na transmissão de ontem (a faixa de horário ajuda? Essa é uma discussão a parte, tendo em vista que o programa também estava competindo com uma novela, produto no qual a Globo é líder isolada no mundo, que também tinha um conteúdo trabalhado sobre polêmicas).

 

Podem existir muitas discussões sobre Reality Show VS Novela, métricas de audiência, métricas de sucesso real, faixa de horário, buzz falando mal do seu produto que gera audiência, estratégias polêmicas de audiência… Mas para o pessoal de marketing que conseguiu ficar acordado até o final do programa, foi possível ver um ROI sobre mídia social prático, que tomou tempo, dedicação e muito investimento, mas que gerou em resultados reais.

O título caçador de cliques “o fim das mídias sociais” chegou a ser usado até por alguns figurões da publicidade. Pronto, precisamos falar sobre isso.

Meu amigo, o “viral” não morreu.

É só você que não consegue mais vender os números de métricas que inventou e chamava de indicador importante.

Nunca se compartilhou tanta informação. Só na rede do Facebook são mais de 45 bilhões de mensagens por dia. A única grande diferença da “era de ouro das mídias sociais gratuitas” é que agora os dados não são mais compartilhados com você.

Já estamos há alguns anos falando da migração dos jovens das Grandes Comunidades públicas (Facebook) para os aplicativos de mensagem direta como Whatsapp, Snapchat e outros. Um movimento tão obvio que foi um dos grandes discursos do próprio Facebook na última conferência de desenvolvimento: Em vez de se tornar um grande site/aplicativo agregador de funções, o grupo será uma rede de diversos APPs e serviços (só na Play Store o Facebook tem mais de 15 (a diferença entre escrever o post e publicá-lo) apps publicados pelo mesmo autor, isso sem contar o Instagran, Whatsapp e todos os outros que eles adquiriram nos últimos anos e que estão na loja por outro publicador).

2015 é o ano que o faturamento das operadoras de Telecom passa a ter como maior fonte de receita a área de dados (internet mobile) ao invés de voz (ligações telefônicas). Esse dado é um alerta tão fantástico que vale à pena repetir. As empresas de telefone ganham dinheiro com internet (Toma essa, caras chatos que sempre falam que celular é para falar ao telefone e não para usar a internet! – Sim, eles ainda existem e ainda usam o mesmo discurso). Isso fica muito obvio quando você anda de transporte público ou vai a algum lugar muito cheio, como shoppings, logo nota que o Whatsapp não tem preconceito – não vê cor, idade ou classe social -, os alertas pipocam de bolso em bolso e as mensagens de voz do “zap” são as novas irritantes mensagens de rádio da Nextel.

A grande questão é que o wow (o boca a boca) hoje não é controlado e mensurado como podíamos fazer com as redes sociais há alguns anos quando o Facebook, além de entregar os seus posts para uma boa parte dos seus fãs, te dava acesso via API para coletar dados.

Agora evoluímos em conectividade social, mas voltamos a não conseguir dimensionar o resultado de uma fofoca. Portanto, mais do que nunca, as ações precisam aumentar as vendas no final do mês, porque não da mais para os publicitários (figurões ou meros analistas de mídias sociais) venderem impressões, audiência impactada ou número bruto de fãs em uma página.

Mas você concorda ou discorda – O que acha sobre esse assunto? Porque depois de falado isso, precisaremos falar sobre investimento de mídia e essa será uma conversa bem mais séria, juro.

“O mundo na palma da sua mão.” Parece até comercial de agência de turismo, mas a cada dia essa frase ganha mais realidade no cotidiano. Existem coisas que são possíveis de fazer com um smartphone hoje que não eram nem imagináveis há 5 anos atrás. Além da infinidade de aplicativos que por si já garantem uma gama completa de possibilidades, este aparelho também traz o benefício da internet, georeferência, acesso a quase todas as suas contas digitais… Então, por que não usar o aparelho para fazer compras?

São quase 39 milhões de usuários de internet móvel no Brasil (número que cresceu 7% em comparação a outubro de 2014 – 7% de crescimento em só 6 MESES). Esse mesmo brasileiro já vinha aumentando suas compras via internet (a previsão do primeiro quarter é que mobile represente 20% das compras do eCommerce brasileiro) e ao mesclar essas informações cria-se uma curva possível e quase lógica de crescimento do mCommerce. Este mercado pode ganhar nos quesitos de facilidade, mobilidade e oportunidade – é fácil comprar porque não importa onde este consumidor esteja, só é necessário ter acesso a internet (por plano de operadora ou wi-fi) para realizar a compra, até mesmo quando estiver presente na loja do seu concorrente.

Algumas marcas já perceberam e começaram a investir no mCommerce. Existem alguns grandes varejistas online que até atingem picos 50% das vendas do eCommerce por aparelhos móveis e até casos isolados, como o da Privália, que tem a maioria das vendas por mCommerce. Porém, para muitos usuários a incompatibilidade dos sites com a tela menor do celular e/ou a navegação falha por esse meio é um ponto desmotivador para as compras e é por isso que é necessário estender a navegação para este meio – por aplicativo ou site adaptável -, assim o cliente deixa de ter uma limitação para ter uma boa escolha.

Durante o ano passado a Agência da Vila passou pelo processo de homologação do SEBRAENOPODIO e em outubro de 2014 fomos recomendados pelo SEBRAE para fazer parte da cadeia de suprimentos para o Rio2016 (Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016™).

Hoje recebemos a visita, direto do Rio de Janeiro, da Yamara Alfradique, consultora do SEBRAENOPODIO. Discutimos sobre as estratégias da empresa e algumas questões sobre o portal de suprimentos do RIO2016.

Visita Yamara Alfradique, SABRAEnoPodio

Visita Yamara Alfradique, SEBRAEnoPodio